Aula Prática de Laboratório de Física – Lei de Ohm.

Postado em 10/10/2014 por Renata Rizo Terra Terra.

Com informações de Professor de Física, Leonardo Mardegan.

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A imagem que muitas pessoas têm da Física é de que ela é algo abstrato, acessível apenas a cientistas ou a pessoas com desenvolvimento intelectual diferenciado. Durante o Ensino Médio, a disciplina Física é citada como a mais difícil e sem relação com a vida real. Este trabalho sugere aulas de Física utilizando recursos simples e acessíveis, a fim de inserir, no contexto da sala de aula, o uso de experiências de fácil entendimento, que poderão ser úteis para o aprendizado.

 

O Ensino de Física é predominantemente teórico, com aulas expositivas e pouco atrativas aos alunos. Muitas vezes boa parte deles não se interessa pela disciplina, pois não veem sentido algum na teoria, ficando preocupados e presos a fórmulas, equações físicas, sem entendê-las. O sentido físico do problema fica em segundo plano.

 

Sabendo disso, durante os trabalhos com o módulo III, o Professor Leonardo Mardegan realizou com seus alunos uma prática de laboratório para representar a construção de um circuito elétrico com lâmpadas, fios e pilhas. A utilização do laboratório sempre mobiliza os alunos, por ser um local onde eles se deparam com qualquer situação problema, e podem solucioná-la.

 

A ideia de uma postura experimental está ligada à exploração do novo e à incerteza de se alcançar o sucesso nos resultados da pesquisa e tambémàs idéias de ação e de contato com o fenômeno estudado. É comumente considerado como sinônimo de método científico e não deve ser confundida com o conjunto de objetivos e métodos do ensino de  Ciências  Naturais.

 

Sendo assim, devemos permitir que o próprio aluno  raciocine e  realize as diversas etapas  da  investigação  científica  (incluindo,  até onde  for  possível,  a descoberta). É a finalidade primordial de uma aula de laboratório. Daí a importância da problematização, que é essencial para que os estudantes sejam guiados em suas observações. Quando o professor ouve os estudantes, sabe quais são suas interpretações e como podem ser instigados a olhar de outro modo para o objeto em estudo.