Representando o engenho de cana-de- açúcar

Postado em 25/08/2017 por Gilliane Correia Wichello.

Com informações de Professora Vanessa Juriatto Santos Pedroni.

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Com os objetivos de conhecer a organização do engenho de açúcar colonial e compreender o que faziam e como viviam os escravizados nos engenhos, os alunos do 4⁰V1, em grupos, foram orientados pela professora Vanessa Juriatto S. Pedroni a representar, em forma de maquete, um engenho colonial, com base nas imagens das p. 114 e 115 do módulo 2.

 

Esse trabalho colocou os alunos como protagonistas de sua aprendizagem. A confecção da maquete proporciona à criança a vivência e o contato com espaços reais reduzidos pela representação.

 

Após a confecção da maquete, os grupos foram orientados a apresentar o trabalho oralmente, evidenciando cada parte: senzala, casa grande, moinho, plantação de cana-de-açúcar, etc.

 

A forma como o assunto foi explorado garantiu, mais uma vez, a aprendizagem significativa, em que os alunos foram coautores de um conteúdo histórico e construíram uma visão crítica em relação à forma como os escravos trabalhavam no engenho, bem como eram tratados. O que, para nós, hoje, é inadmissível, nessa época era visto com normalidade.

 

É válido explicitar o empenho de todos os alunos na atividade proposta, o que garantiu o sucesso da mesma! Parabéns, 4⁰ V1!