O Centro Universitário São Camilo - Espírito Santo iniciou seu processo de avaliação institucional em 1994. Um trabalho, inicialmente, modesto, que começou a gerar frutos em um futuro bastante próximo. Tais ações acabaram por oportunizar a ocorrência de uma gestão mais comprometida com o gerenciamento de conflitos, considerando as oportunidades e as ameaças do seu entorno, as forças e fraquezas internas, que exigiriam um novo tipo de administração, mais participativa e democrática.
Sendo a avaliação um processo contínuo e dinâmico, notam-se, a cada ano, mudanças significativas tanto na área administrativa quanto na acadêmica.
O Centro Universitário São Camilo - Espírito Santo, em conformidade com a Lei 10.861, de 14/04/2004, constituiu a Comissão Própria de Avaliação, cujos integrantes elaboraram e implementaram o Projeto de Avaliação Institucional. O Centro Universitário compreende a avaliação não somente com a finalidade de apontar alternativas para o desenvolvimento do planejamento institucional, mas para ressaltar o trabalho realizado pela comunidade acadêmica junto às comunidades interna e externa, por meio do desenvolvimento dos diversos projetos das mais variadas áreas, no sentido de promover o crescimento dos alunos e da comunidade em geral.
Cumpre à Avaliação Institucional mostrar não apenas as mudanças físicas empreendidas ao longo do tempo, mas, também, o somatório de realizações que se traduzem na melhoria da qualidade do ensino e de vida das pessoas.
Uma avaliação que busca o aperfeiçoamento da qualidade acadêmica e a melhoria da gestão universitária, decorrendo numa prestação de contas à sociedade, deve assegurar a realização autônoma desse processo em diferentes etapas: o diagnóstico dos cursos, que desemboca na fase de avaliação interna; a auto-avaliação, a partir da qual se desenvolve a avaliação externa, por especialistas de outras instituições, terminando num documento final de divulgação para a sociedade. Esse ciclo avaliativo encerra-se iniciando um outro, desta vez com o intuito de aprofundar o processo, sempre visando ao aperfeiçoamento da qualidade acadêmica da IES.
A avaliação feita pela comunidade acadêmica permite que sejam programados trabalhos individuais e treinamentos com professores e funcionários. No que se refere às questões acadêmicas, a avaliação constitui-se um subsídio fundamental para a elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos e do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
Nesta IES, a avaliação tem sido desenvolvida nos últimos anos nos seguintes aspectos:
a) alunos avaliando os professores e suas disciplinas;
b) alunos avaliando os setores administrativos;
c) professores avaliando os cursos e os setores administrativos;
d) Focus Group (uma dinâmica de grupo, em que o aluno é estimulado e incentivado a expor sua opinião a respeito do curso);
e) avaliação permanente (feita por meio de formulários depositados em caixas de sugestões, colocadas em pontos estratégicos);
f) avaliação da pós-graduação;
g) avaliação do perfil do ingressante;
h) avaliação do clima organizacional.
POLÍTICAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A União Social Camiliana tem como Política de Avaliação Institucional assegurar uma sistemática de avaliação que contemple a busca continuada da qualidade e relevância das atividades de ensino, de extensão, de pesquisa, de gestão e de desenvolvimento institucional.
Objetivos Estratégicos:
Subsidiar o processo de planejamento da Mantenedora e de suas unidade, por meio das avaliações internas e externas;
Apoiar as Unidades Educacionais Camilianas no desenvolvimento do Programa Integrado de Avaliação Institucional estabelecendo os parâmetros da qualidade;
Assegurar que a Avaliação Institucional esteja presente em todos os serviços e programas de forma sistêmica em todos os níveis de ensino;
Promover a articulação dialógica entre qualidade estabelecida e a realidade institucional local por meio da globalidade, comparabilidade, respeito a identidade e legitimidade;
Promover a divulgação dos resultados dos processos avaliativos;
Promover continuamente a avaliação dos objetivos estabelecidos no Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI das unidades;
Garantir a perenidade do processo avaliativo;
Implementar mecanismos de acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Comissões Próprias de Avaliação em conformidade às exigências legais;
Implementar Programa Próprio de Capacitação de novos avaliadores.