Repressão e Movimentos Sociais: Séculos de Resistência

Postado em 27/08/2014 por Gilliane Correia Wichello e Luciana Ferrares Roli.

Com informações de Coordenação do curso de História.

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O curso de História do Centro Universitário São Camilo realizou entre os dias 19, 20 e 21/08 o IX Seminário de História que idealizou a temática para discussões: Repressão e Movimentos Sociais: Séculos de Resistência, o evento contou a presença de alunos e professores do curso de História, Administração e Direito.

 

A abertura do evento contou com a palestra do Dr. Prof. Pedro Ernesto Fagundes “Movimentos Sociais e Repressão no Brasil e na América Latina”. Os alunos e professores tiveram a oportunidade de fazer perguntas e debater acerca do assunto proposto.

 

O historiador e Jornalista Adilson Vilaça discutiu com os alunos de uma forma muito dinâmica e atrativa os Movimentos sociais e resistência capixaba, contou diversos “casos” das disputas de terra entre Espírito Santo e Minas Gerais, falou sobre grandes personagens e seu papel para o fortalecimento do Espírito Santo.

 

Durante toda a semana aconteceram diversas apresentações culturais, que emocionaram a todos os participantes, apresentações de alunos e professores que usaram da arte para contar um pouco da história.

 

No final do dia os professores Rafael Magalhães, Diogo Lube, Marcos Borges, Amílcar Vilaça e o próprio Adilson Vilaça discutiram, em forma de bate papo, o tema: terra, identidade e conflito, destacando os acontecimentos envolvendo palestinos e judeus no Estado de Israel.

 

No dia 21 além das músicas apresentadas pelo 2.º período e liderados pelo aluno Lucas, a presença do Prof. Adilson da Silva Santos, atualmente no IFES, que discutiu os movimentos sociais no Brasil da Primeira República.

 

No final do seminário um coquetel de confraternização organizado pela professora Aline Freitas fechou com “chave de ouro” esse momento de aprendizado e reflexão.

 

Para a aluna Jéssica Fundão Pinheiro, do 2.º Período de História, estudar história é entender melhor o nosso passado e interagir com ele, “Quando fui convidada a cantar no seminário percebi que história é uma forma de estudar a arte, onde eu poderia dar o meu melhor, e seria da maneira que para mim é a mais prazerosa, cantando. O seminário fez crescer em muitos uma sementinha de curiosidade, de querer aprender mais sobre a nossa história, pois se não entendermos nosso passado, não conseguiremos entender nosso presente e futuro.”