Entendendo a DIABETES

Postado em 19/10/2016 por Gilliane Correia Wichello.

Com informações de Kelly Siloti - Prof.ª de Ciências.

Visualizado 559 vezes.


Os alunos dos 5º anos estão estudando sobre as glândulas e hormônios que regulam o funcionamento do nosso corpo. As glândulas produzem os hormônios, que são liberados na corrente sanguínea, atingindo as células, inibindo ou estimulando nosso corpo.

 

Entre tantos estudados, como: Ocitocina (Hormônio do abraço), Melatonina (Hormônio do sono), Adrenalina (Hormônio das fortes emoções) e outros, tivemos um ponto de atenção sobre a INSULINA, hormônio responsável pelo controle da taxa de açúcar no sangue.

 

Esse hormônio produzido pelo pâncreas, uma glândula mista, é muito importante para o funcionamento do nosso corpo e quando o organismo não produz ou não consegue utilizá-la adequadamente, desenvolve-se uma doença chamada Diabetes.

 

A Diabetes pode ser do Tipo 1 e do Tipo 2. O Tipo 1 geralmente aparece na infância e adolescência (o açúcar circula pelo sangue, mas não entra nas células, impedindo a ocorrência das reações químicas responsáveis pela liberação de energia). O Tipo 2 se manifesta, na maioria dos casos, em pessoas acima dos 40 anos (nesse caso, acorre a produção de insulina, mas ela não consegue agir em pessoas obesas e com colesterol alto).

 

Ao estudar a Diabetes, nada melhor do que ouvir o depoimento de uma pessoa que convive com essa situação. E foi por isso que recebemos a visita da Prof.ª Roberta Alves que, com muito carinho, nos explicou como é seu modo de vida, sua alimentação, suas injeções diárias de insulina...

 

Ela explicou que sua diabetes se manifestou aos 26 anos e um dos fatores que contribuíram foi sua má alimentação. Ela passou mal e ao ser internada, já em pré-coma, sua glicose estava mais de 500 e ela estava pesando apenas 40 kg!

 

Hoje, ela tem uma vida normal, mas com algumas restrições, como uma dieta rigorosa e injeções diárias de insulina. Todos os dias ela também precisa medir a taxa de glicose no sangue por 3 vezes e para isso faz uso de um aparelho que faz essa medição.

 

Ela também explicou que tem que ter muito cuidado com machucados, pois sua cicatrização é mais lenta que a habitual.

 

As crianças ficaram muito curiosas e fizeram muitas perguntas. Além de acharem super interessante as demonstrações feitas por ela do exame e aplicação de insulina.

 

Muito obrigada, Prof.ª Roberta, pela disponibilidade e carinho com que orientou nossas crianças.